
Sinto no meu peito um aperto, doce e dorido.
Vejo-te através dos sonhos reavivados em memórias do tudo que nos nossos dias, não esquecidos, vivemos. As cortinas de um tempo que passou, são afastadas e tu estás presente em mim, como a magia está unida aos sonhos de murmúrios mansos.
És a lua cheia que me visita nas noites ausentes de sono, e na tua delicadeza, envolves-me numa doce e flutuante ansiedade de desejo pintada.
No fundo da minha imaginação, sinto os delírios e as loucuras de dois corpos presentes, que se unem na estrada do amor, e caminham na sombra luminosa do desejo infinito.
Em todas as constelações e no brilho do luar, vejo-te, aceno-te todas as saudades que tenho, e no meu peito, sinto um aperto, doce e dorido, de toda uma vida sem ti….mas abraçada aos sonhos contigo.
Texto da Zília
Vejo-te através dos sonhos reavivados em memórias do tudo que nos nossos dias, não esquecidos, vivemos. As cortinas de um tempo que passou, são afastadas e tu estás presente em mim, como a magia está unida aos sonhos de murmúrios mansos.
És a lua cheia que me visita nas noites ausentes de sono, e na tua delicadeza, envolves-me numa doce e flutuante ansiedade de desejo pintada.
No fundo da minha imaginação, sinto os delírios e as loucuras de dois corpos presentes, que se unem na estrada do amor, e caminham na sombra luminosa do desejo infinito.
Em todas as constelações e no brilho do luar, vejo-te, aceno-te todas as saudades que tenho, e no meu peito, sinto um aperto, doce e dorido, de toda uma vida sem ti….mas abraçada aos sonhos contigo.
Texto da Zília


















